Currículo e domínios

Currículo e domínios de avaliação não são a mesma coisa.

Separar o que se pretende trabalhar da forma como se organiza a avaliação ajuda a ler os resultados com rigor.

O currículo dá uma referência

Os conteúdos e as aprendizagens descrevem o que se trabalha numa disciplina e num ano. Quando existe um catálogo disponível, consulte a sua origem e confirme se corresponde ao contexto letivo.

A presença de um conteúdo num catálogo não significa que todos os alunos já foram avaliados nesse conteúdo. Também não define, por si só, um peso na classificação.

Os domínios organizam a avaliação

Os domínios e as respetivas ponderações pertencem à configuração da avaliação. Devem refletir os critérios que utiliza; não são uma consequência automática de importar um catálogo.

Um exemplo de ponderações é apenas isso: um exemplo. Não deve ser apresentado como uma grelha oficial ou como uma recomendação do Ministério da Educação.

Uma questão pode repartir os seus pontos

Imagine uma questão de 10 pontos. Um parâmetro recebe 4 pontos e outro recebe 6. A soma continua a ser 10: os parâmetros repartem os pontos, não duplicam o valor da questão.

Ao configurar o instrumento, confira os alvos de cada parâmetro e os totais. Guardar um rascunho incompleto permite retomar o trabalho, mas não significa que já pode introduzir resultados.

Cobertura não é classificação

A cobertura ajuda a perceber onde existe evidência. Não demonstra, por si só, que a evidência é suficiente nem determina a decisão pedagógica.

Na revisão do período, leia a cobertura em conjunto com os resultados, as situações em falta e o cálculo. Mantenha separados os pontos do instrumento e a classificação final.

Rever o período com contexto

O próximo passo

Comece pela sua próxima turma.

Traga os seus critérios. Organize a evidência. Decida com contexto.